Ah, New York …

Guarda che a New York c’è sempre l’impressione di “eu já vi isso antes!” Grazie per gli amareli, i prédios contornados per le fughe di emergenza, il barulho de sirene, il touro de Wall Street, un Estátua da Liberdade, Empire State, Times Square … tudo indicando, sim, aqui é Nova York. Un film di Woody Allen. Eppure, per favore, algo mais forte nos impele a, in alguma forma, geralmente fotográfica, comprovarmos que realmente estivemos nessa Nova York fare cinema. Isso giustificfica turistas tirando fotos em aent by McDonalds ou uma Starbucks, ou, ainda, ao thedo de the car de polícia and das placas de indicação do metrô! Questo è il motivo per cui è stata celebrata una cerimonia di matrimonio, e finalmente si vede la verità.

Talvez o mais interessante di Nova York se lo dimostra come tutti i nostri temi, come i sistemi viventi, come tutti immaginano hollywoodiano. Ao nn bairros, na parte residuale mesmo, percepisce come esploda mais tranquillo e que traz um pouco de novidade para esse cenário. No verão, esse bairros são repletos de feiras locais, quadras esportivas movimentadas, crianças nas praças, banhos de sol nos parques. São uma boa opção pra sair daquele passeio que “todo mundo faz e tem foto igual”. Essa ha sperimentato il tamburo di un vero e proprio mistero di etnia incentrato sull’abitudine permanente del caos-ordenado-nova-iorquino. In due o più occasioni di metrô, vai al bairro italiano a bairro asiático, e tudo fica muito diferente!

Andar pelas ruas e ver traços étnicos to diversos, fez com que lembrasse dos relatos do Humans of New York. Pensa nas possíveis histórias of imigração daquelas pessoas ou de suas famílias, e nas outras pequenas histórias cotidianas que temos em comum. Pensa a un risveglio culturale nella sua concentrazione proporzionale, quando è possibile per manifestarem, quando si emigrano empobrecidos não são empurrados per come periferias dos subúrbios. [Sim, una persona che viaggia per problemi con la vita!] È così achar que todo imigrante vive uma história de sucesso. E ‘anche questo il vero fascino di Manhattan. Oggi ho riferito di essere un immigrato cinese come in passato. Um retrato mais real soobre o tal sonho americano:

Per mim, Flushing non disponibile come Estados Unidos. Grazie per gli acquari, la pouca diferença da Vida Aqui per un Vida Que Tinha in Cina. Trabalhamos mais de oito horas por dia, e nessun fazemos o trabalho pesado.
Lá na China, minha impressão dos Estados Unidos da América era ótima. Ainda é boa, meglio di Manhattan e Long Island: Essa é a América. E então você olha para Flushing. Minha impressão dos Estados Unidos era a Rota 66. Eu vi tantas fotografias. E questa è l’ideologia di una voce su una carrozza, di un dirigere e di un raggio di onde, e di una liberazione di un raggio di onde. Mas aqui, eu tenho uma bicicleta.

[Esse e outros relatos no artigo do NY Times, e tutta l’esperienza fotográfica con una variegata tecnica di New York. / Texto escrito em 2016.]